Sintra

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Sintra - Portugal vale a pena!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Imagine...


Imagine there’s a beautiful sunshine, birds are singing, flowers are blooming, children are playing … and we are living.

Now imagine…

Suddenly clouds appear and start raining… birds stop singing, flowers are not blooming anymore and children stop playing.

The world stops for a few minutes… and we think.

Life is so ephemeral.

And then… clouds dissipate and rays of sun start shinning on our lives.

So we observe the beauty of little things.

Only one feeling lies in our mind… gratitude!

Thank you for being who you are!

sábado, 28 de maio de 2011

REVISÕES 9º ANO




A. Orações subordinadas (divide e classifica):

1- Baco manifestou-se contra os portugueses, no Consílio dos Deuses, porque tinha receio de perder a sua fama no Oriente.
2- Corre, que já lá vem a nau!
3- A sua produção teatral teve tanta importância, que Gil Vicente se tornou famoso.
4- Ele disse que viria à corte, para representar o “Monólogo do Vaqueiro”
5- Camões, que nasceu em Lisboa, frequentou a corte.
6- Se leres a trilogia das barcas, conhecerás melhor a obra de Gil Vicente.
7- Embora Gil Vicente tenha escrito inúmeros autos, coube ao filho a compilação das suas obras.
8- Mal acabou de estudar a estrutura externa, percebeu que grande número de versos eram decassílabos heróicos.
9- Trata-se do plano da viagem, como se verifica nos cantos I, II, V, VI, VII e VIII.
10- O plano da História de Portugal, que se verifica existir nos cantos III, IV e VIII, tem grande importância na obra.

B. Orações coordenadas (idem):

1 – A “Aia” é um conto de autor e tem influências do conto tradicional.
2 – A Alcoviteira considerava-se uma mártir, mas acabou por ir para o Inferno.
3 - O Judeu ora mostrava apego à sua religião, ora mostrava amor ao capital.
4 – João Antão roubou os seus fregueses, logo não teve entrada no batel divinal.
5 – Babriel era um frade cortesão, pois sabia esgrimir, dançar e cantar.

C. Formas verbais (classificar tempo e modo):

Verbo ser: Se o comportamento do Procurador tivesse sido exemplar, não teria sido mais um dos condenados
-Talvez seja uma antítese! – considerou o aluno ao analisar o texto - Talvez tenhamos sido bafejados pela sorte!
Verbo ter: tinha, tem; tinha tido; se eu tiver; teria tido;
Verbo haver: hei; houvera; haveria; houvesse; haja;
Lavá-lo: lava-o; lave-o; tenha-o lavado; lavei-o;
Ser ouvido: era ouvido; será ouvido; seria ouvido; seja ouvido;

D – Processos fonéticos

1 – Tentar perceber a evolução do étimo latino até à palavra existente no léxico actual:

Aquilam (águia); buccam (boca); astutiam (astúcia); regem (rei); crinem (a crina); nivem (neve); genu (joelho); currum (carro); fructum (fruto); signum (sinal); caelum (céu)

SHE

"May be the reason I survive"

Elvis Costello

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ALGUNS NOMES DE AUTOMÓVEIS DE ORIGEM GRECO- LATINA


1-Alfa Romeo: alfa é a primeira letra do alfabeto grego;
2-Audi: imperativo do verbo audio, que significa ouve tu!
3-Daihatsu Cuore: cuore provém da palavra latina cor, que significa coração;
4-Fiat: em Latim “Fiat” é o presente do conjuntivo do verbo fio, que significa “que se faça”;
5-Fiat Stilo: stilo provém da palavra stilus (quando se pretende dizer “com estilo”, emprega-se a forma "stilo");
6-Ford Focus: focus em latim significa fogo ou habitação;
7-Hyundai Matrix: matrix em latim significa mãe, origem, matriz;
8-Kia Carens: carens é o particípio presente de careo, que significa “que falta”;
9-Lancia Musa: musa que significa musa, poema, génio;
10-Lancia Lybra: libra significa libra, balança;
11-Mini: palavra proveniente de minimum, que significa mínimo;
12-Opel Agila: em Latim há uma palavra semelhante a Agila que é Aquila, significando águia;
13-Opel Signum: signum significa sinal, marca;
14-Renault Modus: modus significa medida, dimensão;
15-Renault Clio: Clio é a musa da História;
16-Renault vel Satis: vel significa em Latim “ou”e satis “bastante”;
17-Skoda Octavia: Octavia é um nome de origem latina;
18-Volvo: em latim existe o verbo volvo, que significa atirar, passar;

domingo, 1 de maio de 2011

Dia da Mãe


Não podia deixar passar este dia, sem umas palavras de homenagem para todas as mulheres que são mães.

É comum ouvir uma mulher, logo após ser mãe dizer que a sua vida mudou, de facto…

Hoje, considero que ainda é mais difícil assumir este papel na sua plenitude.

As mulheres trabalham durante o dia e depois dedicam-se ao papel de mãe. Já tarde encontram o descanso merecido, mas só depois de terem aconchegado os seus filhos, terem verificado as mochilas e decidido qual roupa os seus filhos irão vestir no dia seguinte.

Nestes dias relembro sempre a minha infância em que a minha mãe tinha um papel tão importante, único! Procuro assumir esse papel, agora enquanto mãe.

As mães lutam, sofrem, choram e sorriem pelos seus filhos, é como se o cordão umbilical nunca fosse cortado. Quando lhes perguntam qual o melhor momento da sua vida, a resposta é sempre a mesma: o dia do nascimento dos seus filhos!

A todas as mães quero deixar uma homenagem pelo papel que assumem na formação dos futuros homens e mulheres de amanhã.

Em alturas de crise como a actual, devemo-nos concentrar no importante e dispensar o aleatório, concentremo-nos então naquele momento em que basta sentir o abraço de um filho e de como o nosso coração se ilumina quando ouvimos:

“Mãe, adoro-te. Tu és perfeita!”

A todas… Feliz dia da Mãe!

terça-feira, 26 de abril de 2011

II ACTO- ESPECTÁCULO DE FINAL DO ANO LECTIVO


Os sonhos daquela criança, que regressa entretanto à premência febril da realidade, ficam para trás como nuvens que vão desaparecendo na voragem do horizonte.
Na mente dessa criança, entretanto arrebatada pelos pais, soam, apenas, fonemas imperceptíveis, que adicionados, na sua memória mais recente, se conjugam numa língua cheia de força, de energia, símbolo da honra oriental.

É preciso sair do cais. Estabelecer essa ligação inexorável entre a terra e o mar. Na mente de todos aqueles marinheiros, que preparam o velame, na ânsia de passar o Cabo da Boa Esperança, acresce a necessidade de navegar que lhes transmite o ânimo necessário. Destino final: Calecut, a Índia exótica, o suposto paraíso.
A frota parte, ainda de manhã. Passa Diu. Passa Goa. Passa Malaca. É grande o esforço dos nautas que se confrontam com os turcos, que enfrentam a pirataria, que padecem de escorbuto, de fome… (todo este sofrimento é representado, em palco, por inúmeros petizes que fazem movimentos de bicicleta, iluminados por uma significativa combinação entre o escuro da noite e das luzes artificiais).
Se é difícil transpor obstáculos que cabem no imaginário dos humanos, muito mais é enfrentar Adamastores, Cilas e Caribdis. Estes monstros são projecções virtuais, fruto de uma realidade que atormenta toda aquela marinhagem (em palco alguns alunos dependurados, simulam esses monstros do fim do mundo).
Em Calecut o sol reflecte-se, em tons de laranja, em toda a água do porto. E as águas do porto também reflectem a azáfama no cais. O corrupio é indescritível e são muitos os navios, repletos de bandeiras multicolores. A bordo da frota portuguesa o espanto é do tamanho do mundo. Os marinheiros emudecem. (abre-se um cortinado, em palco. Simboliza a visão do Novo Mundo. Mas a cordialidade inicial do Samorim dá lugar à incompreensão. Em palco ocorre uma simulada luta entre sabres e espadas).

III ACTO

O sonho dos marinheiros é toda aquela cidade multicultural, dourada pelo sol. A cidade branca, que se confronta com a cidade negra, a cidade das sombras (em palco, alunos simulam essa luta, acentuada por jogos de luz).
Fecha-se o pano.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O ESPECTÁCULO DE FINAL DO ANO LECTIVO

I ACTO

Doca de Alcântara, final de uma tarde solarenga de Maio, ano de 2011.
As portas vítreas do Museu do Oriente, onde sobejam as dedadas dos visitantes, são encerradas por um zeloso funcionário. No interior do Museu sobrevém um silêncio sepulcral que em tudo contrasta com um dia de actividade febril. Os olhares interessados, os esgares, os sorrisos dos visitantes, os risos das crianças ecoam apenas na memória daquelas paredes, onde se misturam tons rubros e brancos. Paredes que vigiam sobranceiramente as vitrinas onde reluzem testemunhos da presença portuguesa na Ásia.
Resta o silêncio. Escuridão.
Inesperadamente, um relâmpago. Uma forte luz ilumina, subitamente, a expressão de um samurai quinhentista. De Tanegashima, dirão os entendidos. O seu olhar adquire a seriedade que fez dele um guerreiro eficaz e resistente. O seu primeiro gesto é o de alçar, até à altura dos seus negros olhos, as suas yagate. E vai comprimindo a sua armadura, de lâminas de metal e vai manejando a sua catana, eficaz arma de guerra que o elevou ao patamar da fama no longínquo Japão do século XVI.
Mas…aquele relampejar não é único.
Mesmo ao lado, uma réplica, em cera, de Fernão Mendes Pinto. Ganha alma, o olhar expressão, o tronco vida. Mexe-se vagarosamente e tenta alcançar a espingarda com a qual caçara, com sucesso, no reino do Japão. Cofia a farta barba, ajeita o gibão escarlate…sorri. Meneia a cabeça e reconhece o samurai, que muito apreciara, exemplo de lealdade para com o Nautoquim. E faz uso da sua voz cavernosa: “No Japão existe gente acolhedora…e tesouros!”.
Um novo relâmpago deflagra à sua direita, iluminando a sala semi-escura. Numa terceira vitrina, a figura, em cera, de um arquitecto, que segura uma maqueta, transfigura-se.
Urbanista, planificador, burocrata, sem que haja uma ordem específica nesta enumeração. Articula palavras ao acaso: “translúcido”, “opaco", "luz", "cor", "forma", "peso", "massa".
A meio da sala está sentada uma criança. Escondera-se e aguarda a chegada dos aflitos pais. O seu olhar reflecte a incredibilidade e a alegria, em simultâneo. Três figuras de cera! Três figuras de cera…tinham ganho vida!
Arq. – (saindo da vitrina) Sinto-me perdido neste espaço! (dirigindo-se a FMP) Quem és tu…Bramante? Le Corbusier?
FMP – Sou Fernão Mendes Pinto. Isto aqui não é o reino do Japão…definitivamente! (entretanto mira o guerreiro japonês) Conheço-o! É um samurai famoso (afasta-se). E vêm-me à memória todas aquelas aventuras fabulosas no Japão!
Samurai – Arigato!
Criança (espantada) - Ahhhhhh! E vem cumprimentar todas aquelas personagens, acreditando piamente que o reino da fantasia se tinha sobreposto ao da realidade. Vindos de uma outra sala, renovavam-se, aos magotes, mais e mais guerreiros japoneses (CONTINUA).