Sintra

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Sintra - Portugal vale a pena!

segunda-feira, 26 de novembro de 2018


Capítulo II – Entretanto, o narrador desta história declara a sua intenção

Oh! Oh! Oh! Não sabes decerto o que aconteceu, naquele momento? Bem, eu que sou o narrador desta história e que dediquei toda a minha vida às crianças e sobretudo a vê-las felizes pelo Natal, vou contar-te todas as peripécias da caneta Ofélia, que se seguiram ao que leste no primeiro capítulo. Faço-o, porque Ofélia é tão caridosa que merecia que lhe dedicassem um conto. Sei que confias na minha experiência refletida nos meus cabelos brancos e nas minhas barbas brancas, para te contar algo com interesse. Além do mais, sei que aguardas por uma certa prenda muito especial, pois li com muita atenção a tua carta. Um carro elétrico? Um jogo? Logo se verá! Pois bem, continuemos!
Carlos Marques

sexta-feira, 23 de novembro de 2018




Capítulo I – uma caneta muito especial

- TOMA ATENÇÃO! Vais continuar desatento?! Então vou marcar mais uma anotação, cá está…Luís…mais uma anotação! «Estava a falar com o colega», pois claro! És Luís…e o teu sobrenome?

- Camões, professor! Luís Camões! – respondeu o petiz, contrariado e com um olhar pesaroso. O professor ainda lhe perguntou se os dois nomes não teriam um «de» pelo meio, mas ele nada. Estava mesmo chateado!

O professor apertando na mão direita a caneta transparente e longilínea, escreveu então um X numa grelha criada para o efeito, na qual os stôres marcavam os comportamentos incorretos da petizada. O professor Antero pareceu sentir uma ligeira resistência, inexplicável, quando registou o tal X. Parecera-lhe que a caneta emperrara, que não vertera a tinta azul necessária. Ela que tinha uma ponta fina, que escrevia linhas e letras de 0,5 mm e que tinha uma borracha na ponta que permitia, a quem a usasse, apagar o que escrevera anteriormente.

O que acontecerá de seguida?

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Acompanha a blogonovela «OFÉLIA, A CANETA MÁGICA»
Esta é uma história muito original, na qual o PAI NATAL se assume como narrador.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018


HINO DO 8º ANO (em tom épico…por nítida influência de Camões!)



(letra: Carlos Marques; música: Manuel Rebelo)



Meneia a fronte enquanto assobia,

Para o aluno o 8º ano é uma alegria,

Experiência válida, embora dura inquietação,

O seu esforço é sempre em prol da razão.



O 8º vai-se construindo dia a dia,

Com constância, eficácia e alegria,

Não esmorece o aluno, cumpre sempre o que promete

E a escola já deixou de ser um frete.



REFRÃO:

E todos fervilhantes de emoção,

Com tantas juras não esqueceram esta canção,

Vai daí, reunidos à volta da fogueira,

Entoaram um hino desta maneira…



O 8º não é nenhuma desilusão,

Se tiveres um livro sempre à mão,

Esquece a fraqueza e todo esse lamento…

É que tristezas as leva sempre o vento.



O 8º ficará para sempre na memória,

É um ano de furor e muita glória,

E para sempre será recordação,

Anos mais tarde os teus petizes o saberão.



FINDA:

Ergue-te, então, como águia desse ninho,

Voando nas asas da imaginação,

Não te desvies, o estudo é o teu caminho,

Alimenta esse fogo com a paixão.

Matriz

Teste 7º ano, novembro de 2018



A estudar:

Textos utilitários (pp. 229 a 231 do manual)

- O texto biográfico

- O texto expositivo

- A notícia

- A reportagem

- A entrevista

- Texto de opinião e crítica

Gramática (Compêndios de Gramática, Livro de Atividades, Apêndice Gramatical):

- Rever as figuras de retórica mencionadas e estudadas em aula (metáfora, hipérbole, enumeração, comparação)

- Silaba e acento de palavra

- Regras de translineação

- Pontuação e sinais auxiliares da escrita

- Relação gráfica e fonética de palavras

- Processos de formação de palavras



- Leitura extensiva

A Volta ao Mundo em 80 Dias – até ao capítulo X
Carlos Marques

Matriz

Teste do 8º ano, novembro de 2018



A estudar (manual da disciplina) – I - textos utilitários:

-Linguagem e estilo jornalísticos

-A notícia e respetiva estrutura

- Técnicas de composição de notícias

- A reportagem e respetiva estrutura

- A entrevista e respetiva estrutura

- A crítica (no âmbito das artes)

- A publicidade

- Os elementos de um anúncio publicitário

- O AIDMA

- O debate

- O roteiro

- O texto expositivo e respetiva estrutura

- A carta (formal e pessoal)

- Os diferentes tipos de diário

-O blogue

- As memórias



II – Contos Exemplares («Homero», «O Homem», «Retrato de Mónica», «A Viagem») de Sophia de Mello Breyner

III – Variação e normalização linguística (Língua Padrão, Variedades Linguísticas, Registos de Língua, Estratégia e Competência Discursiva, Formas de Tratamento)

Pontuação

Uso do hífen

Derivação e composição de palavras

Relações entre palavras (sinónimos e antónimos; hiperónimos e hipónimos; holónimos e merónimos)

Campo lexical e campo semântico

IV – Praticar a textualização (com esquemas prévios, ternários) de textos de opinião sobre temas gerais (cf. IAVE)

Carlos Marques

quarta-feira, 7 de novembro de 2018


NA PARADA (UMA HISTÓRIA GRAMATICAL - por Carlos Marques)

- Atenção, Companhia! C…up! Apreseeeeentarrr arm[as]!

O Sargento olhou fixamente os seus homens, procurando obsessivamente um descuido. Enquanto o fez, cofiou o bigode retorcido nas pontas, retorcendo-o ainda mais.

- Mas…agora reparo! Tu! Sim, tu! Soldado Vírgula Santos, o que fazes ao pé do Sujeito?

- Que sujeito, meu Sargento?

O Sargento quase estourou de raiva.

- O Sujeito! Esse mesmo! Estás a separar a ordem habitual da formatura. Quem deveria estar a seguir ao Sujeito, soldado Vírgula Santos?

- O…Predicado António, meu Sargento? – balbuciou a medo o soldado.

- Cerrrrto! Diz-me, Vírgula Santos…notas outros problemas nesta formatura?

- Bem…(o advérbio ainda foi bem pronunciado, mas depois seguiram-se uns eternos três minutos)

- Eu digo-te quais são! – contrapôs o Sargento, espumando de raiva – Tu…soldado Vírgula Sousa, o que fazes aí? Onde está o teu companheiro de formatura?

- O Modificador Matias????

- Sim, coloca-te à sua direita! – o Sargento apontou, depois, o indicador para o soldado Virgulino. Fê-lo enquanto franzia o sobrolho direito e coçava repetidamente o queixo tão quadrado como o de Popeye.

- Virgulino, o que fazes aí?

- Aqui, meu Sargento?

- Sim, aí! Antes do soldado Coordenativa Copulativa.

- Estou mal?

- Esta não é uma formatura do século XIX, rapaz! – respigou o Sargento – Coloca-te antes do Conjunção José!

- Pensava que deveria estar antes e depois do Advérbio Pires – respondeu Virgulino.

- E tu és dois? Para estares a meio da formatura, antes do Advérbio Pires, deverias ter um duplo que estivesse depois dele. Consegues?

- Se me chamasse Carlos, conseguiria – respondeu, prontamente, Virgulino com as faces avermelhadas devido ao frio intenso que se fazia sentir na parada.

- Por que razão dizes isso, rapaz?

- Carlos é plural, meu Sargento!

- Bem, deixemo-nos de pormenores e façamos todos uma pausa para respirar (Innnnnnnnnnnn!!!!!!!!!.............Fffffffffffffffffffffffffff!!!!).

Os soldados obedeceram e imitaram prontamente o Sargento, sobretudo os que tinham o apelido de Vírgula e seus derivados. Sentiram a importância deste ato coletivo. Depois o Sargento, já devidamente oxigenado, concluiu:

- Atenção, companhia! Vamos concluir: «-Não colocar devidamente um[a] Vírgula pode ser um…

E todos acrescentaram:

- …Problema!

- O meu Sargento chamou? – perguntou o soldado Problema Neves.

- Fique lá atrás, soldado…isto não é consigo!

FIM


I – Cria uma história, a partir das seguintes matérias gramaticais:
- Acentuação de palavras;
- Translineação de palavras;
- Relação fonética e gráfica de palavras;
- Processo de formação de palavras;
- Uso de aspas;
- Uso do hífen.