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Sintra - Portugal vale a pena!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Monument to the Discoveries – “Padrão dos Descobrimentos”

Last Saturday I went with my students to an outdoor activity, the topic was “A Morning in Belém”.

We went on a guided tour to Padrão dos Descobrimentos, where we leant the monument was first erected in 1940 and designed by the architect Cottinelli Telmo and the sculptor Leopoldo de Almeida.

This monument to the discoveries was completed in 1960, for the celebration of 500th anniversary of the death of Prince Henry the Navigator.

Henry the Navigator, son of Queen Filipa de Lencastre and King João I, was known in history as symbolizing the glory of discoveries.

In front of the Monument to the Discoveries we can find the “wind rose” made from marble donated by the republic of South Africa. There we can find the main routes of the Portuguese voyages of discovery.

Outside this caravel shaped monument several individuals of Portuguese history are displayed, Prince Henry the navigator holding a caravel in his hands, Queen Filipa de Lencastre (his mother and the only woman in the monument), Fernão Mendes Pinto (writer), Luis Vaz de Camões (Poet), Gomes Eanes Zurara (Chronicler), Vasco da Gama (Navigator), Pedro Álvares de Cabral (Navigator), Diogo Cão (Navigator), among other.

The guided tour was fantastic, the lanscape on the top of the monument was magnificent and I also have to praise the movie about Lisbon – “Lisbon Experience” .

Once we’re in Belém we couldn't resist and this activity was followed by a quick bite at the famous Pastéis de Belém!

It was a remarkable morning spent with my students…

As frases da semana



Segunda-Feira - "Medice, cura te ipsum"
Terça - "Jeu de mots"
Quarta - "Carpe diem!"
Quinta - "Genus irritabile vatum"
Sexta - "Scribo, ergo sum!"

quarta-feira, 9 de março de 2011

GRAMÁTICA & GASTRONOMIA


1 - Assinala os substantivos existentes nas seguintes frases. De seguida, acrescenta um adjectivo e um advérbio a cada uma das frases.

-Derreta a manteiga em banho-maria;
- Gosto de frango assado com arroz;
-A tarte de maçã ganha consistência no frigorífico;
- O arroz acompanha a Feijoada à Transmontana;

2- Passa para o Pretérito Imperfeito do Conjuntivo os tempos verbais das frases anteriores, fazendo as alterações necessárias.

3- Indica as funções sintácticas da seguinte frase:

O bife do lombo é muito tenro, no entanto prefiro o bife estufado.

4 – Analisa sintacticamente as seguintes expressões:

Escassos minutos gastei a cozinhar o meu hambúrguer;

Velhos são os tachos!

5- Divide e classifica as seguintes orações:

O cozinheiro, que trabalha, vence as dificuldades;

O hambúrguer é um óptimo prato, (utiliza uma conjunção subordinativa condicional) for acompanhado de arroz branco.

Ele fez tudo, para que os “rins com vinho do Porto” tivessem bom sabor;

TESTE DO 9º ANO – MARÇO DE 2011




I – itens de resposta fechada sobre Os Lusíadas (é aconselhável reler a adaptação de Amélia Pinto Pais e estudar os episódios analisados até ao momento);

II – Redacção de um texto expositivo (70 a 100 palavras) sobre um dos episódios estudados;

III – GRAMÁTICA

MORFOLOGIA

Nomes; adjectivos; pronomes; preposições; advérbios; verbos (regulares e irregulares); verbos transitivos, intransitivos e copulativos; tempos compostos; locuções prepositivas; formação de palavras; pontuação;

SEMÂNTICA

Hipónimos e hiperónimos;

SINTAXE

Voz activa e voz passiva; Constituintes da frase (tipos de sujeito, predicado, complementos); frase complexa; orações coordenadas e subordinadas (estudar todas!)

O ROMANCE DE AMADIS (2º EPISÓDIO)


Filmado nos estúdios da TVM, na zona Oeste, no segundo episódio predominaram os big close-up. Planos, esses, escolhidos criteriosamente pelo realizador Anastácio Silva, aclamado em Cannes, devido à realização da longa-metragem “Uma tarde de Outono”.

Mais uma vez o anel…e Darioleta (cf. imagem)!

Depois da caçada (um veado e um leão jaziam num palafrém), todos se juntaram nos paços para realizar um enorme festim.
E, entre a multidão, cintilavam a virtuosa Elisena e Perion, grande cavaleiro !
Elisena, quando ia acompanhar a Rainha que se deslocava para os respectivos aposentos, deixou cair um anel e, quando se baixou para o apanhar, foi surpreendida por Perion que já lho entregava em mão. Elisena corou! Quanto ao anel…bem, esse acabou por ser um símbolo daquele amor indestrutível!
Elisena contou, então, tudo o que sucedera à sua confidente, uma donzela da corte que se chamava Darioleta(personagem crucial neste segundo episódio). E colocou-lhe uma questão (calma, já vais saber qual é!)…
Darioleta dirigiu-se, então, para os aposentos de Perion e este confidenciou-lhe a sua paixão por Elisena, tal como a Infanta o tinha feito anteriormente em relação ao nobre cavaleiro. Aliás, Perion estava (segundo uma expressão de sua autoria) “a ponto de morrer” por Elisena!
Ambos (Elisena e Perion) souberam por Darioleta que se amavam loucamente e Perion assumiu a vassalagem amorosa, jurando sobre a cruz e a espada que defenderia, intransigentemente, a sua amada.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A TVM (Televisão Medieval) apresenta:


De segunda a sexta-feira, às 21.00h, a série que foi líder de audiências durante séculos.

Com a participação especial dos actores Anastácio Mendes, Ondina Maria, Etelvina Santos, Fagundes dos Santos, Otília Simão, entre outros.

AMADIS…O ROMANCE


1º episódio

O autor reúne à sua volta um grupo de ouvintes e narra-lhes uma história que poderia ter sido escrita por um trovador português (este talvez se chamasse João de Lobeira). Esta história era um conto de amor extraordinário e com ela se poderia, seguindo o exemplo do protagonista, ser forte, gentil e honrado.
No século I d.c, havia um rei de nome Garinter, que tinha duas filhas, Dona de Guirlanda e Elisena.
Certo dia, em pleno combate, conheceu o rei Perion de Gaula, um guerreiro extraordinário, que cometeu a proeza de matar um leão. Por isso era conhecido como o "mais esforçado cavaleiro da época”.

VEJA, NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS, COMO PERION CONHECE ELISENA E POR ELA SE APAIXONA…

Estar atento…

Num destes dias, estava eu a dar a minha aula e deparei-me com uma situação que partilho convosco.

O tema era o vestuário (em Inglês) e como os alunos haviam feito teste há dois dias e os resultados neste tema não foram os esperados, resolvi trabalhar mais o assunto e como “homework” teriam de descrever o que alguns dos seus familiares tinham vestido nesse dia (teriam de incluir o parentesco e cores do respectivo vestuário).

Logo começam os chorrilhos de perguntas: “Que familiares”, “Quantos”? Respondi que poderiam falar do pai, da mãe e se quisessem do/dos irmãos.

Um menino na primeira fila, levantou o dedo para fazer uma pergunta e quando autorizei que a fizesse, disse: “Teacher, mas se eu escrever sobre o meu irmão mais velho, ele só usa pijama e passa o fim-de-semana em casa a ver TV.” Com paciência, reforcei que poderia ser qualquer membro da família.

Muitos mais alunos estavam com o dedo levantado, esperando a minha autorização para poder falar. Autorizei uma menina a fazer a pergunta e ela disse: “ Eu não vejo o meu pai”. Estranhei, mas logo disfarcei a situação dizendo que inventassem, ou descrevessem o vestuário que o familiar tinha na última vez que o tivessem visto. Inclusive, dei o exemplo que por vezes os pais podem ter de viajar em trabalho para outro país. Mesmo que isso tivesse acontecido e tivessem estado algum tempo sem o ver… poderiam inventar. Não fazia mal!

As perguntas não paravam e eu queria terminar a conversa, mas, uma outra menina disse timidamente: “mas eu não tenho pai”. A sua voz mal foi ouvida pelos colegas e eu de imediato retorqui: “faça sobre a sua avó, aquela senhora simpatiquíssima que a ajuda sempre a arranjar a mochila para o dia seguinte” (socorri-me de uma situação que se havia passado noutra aula com essa mesma aluna).

Finda a aula e tendo os alunos saído para o intervalo, falei com a educadora desse ano sobre estas situações. Soube que a primeira menina sofria do afastamento do pai desde tenra idade e a segunda nunca conhecera o pai, pois falecera num trágico acidente, ainda a sua mãe estava grávida.

Não consigo explicar o que senti. Ainda que sem saber mudei de assunto para que elas não fossem prejudicadas, ou os seus colegas comentassem o que fosse, mas levantara-se a questão de como, nós professores, temos de estar atentos, principalmente quando ensinamos crianças e jovens, cuja maturidade ainda não permita que se protejam a si próprios.

Principalmente em disciplinas como o Inglês, ou outras línguas estrangeiras, em que ensinamos temas como "os elementos da família” e usamos os seus exemplos, ou festejamos o Dia do Pai ou Dia da Mãe, temos de estar atentos!

Aquelas meninas ficaram no meu pensamento durante dias, tão tenra idade e já sofrem tanto e contudo são crianças tão doces e meigas (ainda guardo comigo o desenho que uma delas me deu, repleto de flores de cores brilhantes para a sua "teacher")!

Com todos partilho este sentimento, pois de facto nós, professores, temos de estar atentos e saber improvisar perante situações como as que referi e acima de tudo saber proteger as crianças