Sendo este um blogue aberto(por enquanto), temos tido algumas visitas curiosas. Durante a última semana de Setembro, um grupo de amigos sul-coreanos visualizou este blogue. É para eles que deixamos a mensagem inicial, esperando que o tradutor do google seja eficaz.
MUITO OBRIGADO PELA VOSSA VISITA!
«A vida não é feita para construir, mas para semear. Na ampla dança de roda, desde o início até ao fim, passa-se e espalha-se a semente. Talvez nunca a vejamos nascer porque, quando despontar, já não existiremos. Não tem qualquer importância. O que importa é deixarmos atrás de nós qualquer coisa capaz de germinar e de crescer»,in Tamaro, Susanna, «A Alma do Mundo», Editorial Presença, 1998, p. 196.
Sintra
Sintra - Portugal vale a pena!
domingo, 17 de outubro de 2010
AS CIDADES INVISÍVEIS, DE ITALO CALVINO
Nesta invulgar narrativa, pela existência de uma narrativa apresentada em fragmentos significativos, Marco Pólo maravilha o kublai kan com descrições de cidades do Ocidente…que apenas existem na sua imaginação.
Portanto, neste livro há que sublinhar dois aspectos fundamentais: o poder da narração, impulsionado pela imaginação do narrador e o exercício (soberbo) de concretizar múltiplas descrições literárias.
Falaremos, aqui, da descrição da cidade de Bauci (Calvino, 2009:83). Após uma caminhada de sete dias, chega-se à cidade que não se consegue ver. A cidade está suspensa numas andas e eleva-se acima das nuvens. Os habitantes podem descer delas por escadotes, mas preferem ficar lá em cima onde têm tudo. A verdade é que os habitantes de Bauci odeiam a Terra e contemplam-na através de binóculos, sentindo um fascínio pela sua ausência.
PERGUNTA: QUAL SERÁ A (FICCIONADA) MENSAGEM DE MARCO POLO A KUBLAI KAN (tenha-se em atenção que se pressente aqui a voz do autor)?
EXERCÍCIO: IMAGINAR UMA CIDADE, RECORRENDO A UM DELÍRIO IMAGINATIVO.
Portanto, neste livro há que sublinhar dois aspectos fundamentais: o poder da narração, impulsionado pela imaginação do narrador e o exercício (soberbo) de concretizar múltiplas descrições literárias.
Falaremos, aqui, da descrição da cidade de Bauci (Calvino, 2009:83). Após uma caminhada de sete dias, chega-se à cidade que não se consegue ver. A cidade está suspensa numas andas e eleva-se acima das nuvens. Os habitantes podem descer delas por escadotes, mas preferem ficar lá em cima onde têm tudo. A verdade é que os habitantes de Bauci odeiam a Terra e contemplam-na através de binóculos, sentindo um fascínio pela sua ausência.
PERGUNTA: QUAL SERÁ A (FICCIONADA) MENSAGEM DE MARCO POLO A KUBLAI KAN (tenha-se em atenção que se pressente aqui a voz do autor)?
EXERCÍCIO: IMAGINAR UMA CIDADE, RECORRENDO A UM DELÍRIO IMAGINATIVO.
UM CONSELHO DE VISITA: MUSEU DE SÃO MIGUEL DE ODRINHAS
O Museu de São Miguel de Odrinhas, para além das bucólicas paisagens que o rodeiam, é exemplar em relação ao que deve ser o trabalho museológico, sendo um bom testemunho do mundo da Romanidade no território da antiga Lusitânia.
No seu espólio há que salientar a existência de sarcófagos etruscos e respectivas inscrições (lembram-se de Monserrate, dos sarcófagos que lá faltam?), bem como a existência de um número considerável de inscrições tumulares dos habitantes lusitano-romanos pertencentes à zona circundante a Olisipo (área rural). Estas lápides permitem constatar a preferência dos habitantes locais pela cremação, rejeitando a influência etrusca e cristã, que advogava a inumação.
Além disso, as inscrições lapidares permitem não só perpetuar a memória de alguém, mas revelam, também, importantes aspectos do quotidiano destes habitantes, como sejam os respectivos tria nomina, o ano em que faleceu um determinado habitante, a invocação aos deuses manes (antepassados), a tribo a que pertencia, quem mandou fazer a respectiva lápide e o seu poder económico (verificável pelo tamanho e riqueza da lápide).
O museu dinamiza interessantes actividades didácticas como sejam:
- “LITTERARUM DUCTUS, nesta actividade os alunos são convidados a escrever à maneira dos romanos, com tabuinhas enceradas e estiletes, inscrevendo o seu praenomen, nomen e cognomen nas tabuinhas previamente distribuídas;
- “OPERA MUSIVA”; depois da visita à villa (casa de campo) romana, cujo pavimento é revestido de mosaico, os alunos são ensinados na arte da construção do mosaico romano;
A vila romana exterior ao museu, a igreja (tradicional na zona e tão semelhante à da Terrugem), um pequeno jardim, a entrada do museu onde se destacam colunas clássicas,a escola de restauro mesmo em frente ao museu, a excelente biblioteca...enfim, tudo isto contribui para uma agradável visita, onde pontificam...O VERDE E O SILÊNCIO.
No seu espólio há que salientar a existência de sarcófagos etruscos e respectivas inscrições (lembram-se de Monserrate, dos sarcófagos que lá faltam?), bem como a existência de um número considerável de inscrições tumulares dos habitantes lusitano-romanos pertencentes à zona circundante a Olisipo (área rural). Estas lápides permitem constatar a preferência dos habitantes locais pela cremação, rejeitando a influência etrusca e cristã, que advogava a inumação.
Além disso, as inscrições lapidares permitem não só perpetuar a memória de alguém, mas revelam, também, importantes aspectos do quotidiano destes habitantes, como sejam os respectivos tria nomina, o ano em que faleceu um determinado habitante, a invocação aos deuses manes (antepassados), a tribo a que pertencia, quem mandou fazer a respectiva lápide e o seu poder económico (verificável pelo tamanho e riqueza da lápide).
O museu dinamiza interessantes actividades didácticas como sejam:
- “LITTERARUM DUCTUS, nesta actividade os alunos são convidados a escrever à maneira dos romanos, com tabuinhas enceradas e estiletes, inscrevendo o seu praenomen, nomen e cognomen nas tabuinhas previamente distribuídas;
- “OPERA MUSIVA”; depois da visita à villa (casa de campo) romana, cujo pavimento é revestido de mosaico, os alunos são ensinados na arte da construção do mosaico romano;
A vila romana exterior ao museu, a igreja (tradicional na zona e tão semelhante à da Terrugem), um pequeno jardim, a entrada do museu onde se destacam colunas clássicas,a escola de restauro mesmo em frente ao museu, a excelente biblioteca...enfim, tudo isto contribui para uma agradável visita, onde pontificam...O VERDE E O SILÊNCIO.
sábado, 16 de outubro de 2010
UM CONSELHO DE LEITURA: INÊS DE PORTUGAL
Referência bibliográfica: Aguiar, João, Inês de Portugal, 3ª ed., Leya editores, Alfragide, 2008.
Inês de Portugal é um livro invulgar: parte de uma experiência inversa em relação ao habitual. De facto, o filme antecipou a existência do livro, que teve por base o guião construído previamente. De forma que a obra, sofrendo a devida expansão literária, foi influenciada pelas técnicas do cinema, sobretudo o flash-back, utilizado repetidamente, bem como a técnica do corte e montagem que no livro é representada por hiatos na mancha gráfica.
No domínio da narrativa existe uma acção principal e outras secundárias que são apresentadas em sequências alternadas, (nomenclatura com origem em Bremond, cf. Reis, Dicionário de Narratologia, 2005: 376). A vantagem desta fuga à linearidade da acção, acentuada pelos flash-backs é a de surpreender e interessar o leitor, mostrando o passado feliz dos apaixonados, Pedro e Inês, passado que contrasta enormemente com a loucura de D.Pedro, num tempo presente.
O lirismo desta história é consolidado pelo processo figurativo com predominância na metáfora, não esquecendo que a própria história é paradigmática (sempre foi e sempre o será) em relação à paixão entre um homem e uma mulher, independentemente da respectiva condição. Trata-se de uma apologia ao amor, que se elevou à condição de mito o longo dos séculos.
Por outro lado, nesta ficção evoluem personagens desenquadradas historicamente, tal como Álvaro Pais (que teve importância declarada durante o reinado de D. Fernando, tendo sido, igualmente, um dos conspiradores da revolução que ocorreu, em 1383, nas ruas da cidade de Lisboa). No posfácio, Aguiar confirma a existência de uma liberdade ficcional, que lhe permitiu reinterpretar a focalização de Fernão Lopes e Rui de Pina:
“Inês de Portugal é um romance e não um ensaio de reconstituição histórica, embora na sua elaboração eu me tenha socorrido das crónicas de Fernão Lopes e Rui de Pina.” (Aguiar, 2008: 109)
Inês de Portugal tem como fonte principal a Crónica de D. Pedro I, designadamente os episódios relativos aos amores de Pedro e Inês, história trágica, narrada por Fernão Lopes, que termina com o casamento do herói com a amada já morta.
João de Aguiar arquitectou uma história pitoresca, transfigurando a visão histórica normativa presente na cronística medieval (geralmente favorável aos biografados); o insólito encontra-se, também, na desconstrução histórica de uma outra personagem: Afonso Madeira (caracterizado por Lopes de uma maneira absolutamente distinta);
POR TODAS ESTAS REFERÊNCIAS FICA UM CONSELHO: A LEITURA DO LIVRO E A VISÃO DO FILME...OU VICE-VERSA.
Inês de Portugal é um livro invulgar: parte de uma experiência inversa em relação ao habitual. De facto, o filme antecipou a existência do livro, que teve por base o guião construído previamente. De forma que a obra, sofrendo a devida expansão literária, foi influenciada pelas técnicas do cinema, sobretudo o flash-back, utilizado repetidamente, bem como a técnica do corte e montagem que no livro é representada por hiatos na mancha gráfica.
No domínio da narrativa existe uma acção principal e outras secundárias que são apresentadas em sequências alternadas, (nomenclatura com origem em Bremond, cf. Reis, Dicionário de Narratologia, 2005: 376). A vantagem desta fuga à linearidade da acção, acentuada pelos flash-backs é a de surpreender e interessar o leitor, mostrando o passado feliz dos apaixonados, Pedro e Inês, passado que contrasta enormemente com a loucura de D.Pedro, num tempo presente.
O lirismo desta história é consolidado pelo processo figurativo com predominância na metáfora, não esquecendo que a própria história é paradigmática (sempre foi e sempre o será) em relação à paixão entre um homem e uma mulher, independentemente da respectiva condição. Trata-se de uma apologia ao amor, que se elevou à condição de mito o longo dos séculos.
Por outro lado, nesta ficção evoluem personagens desenquadradas historicamente, tal como Álvaro Pais (que teve importância declarada durante o reinado de D. Fernando, tendo sido, igualmente, um dos conspiradores da revolução que ocorreu, em 1383, nas ruas da cidade de Lisboa). No posfácio, Aguiar confirma a existência de uma liberdade ficcional, que lhe permitiu reinterpretar a focalização de Fernão Lopes e Rui de Pina:
“Inês de Portugal é um romance e não um ensaio de reconstituição histórica, embora na sua elaboração eu me tenha socorrido das crónicas de Fernão Lopes e Rui de Pina.” (Aguiar, 2008: 109)
Inês de Portugal tem como fonte principal a Crónica de D. Pedro I, designadamente os episódios relativos aos amores de Pedro e Inês, história trágica, narrada por Fernão Lopes, que termina com o casamento do herói com a amada já morta.
João de Aguiar arquitectou uma história pitoresca, transfigurando a visão histórica normativa presente na cronística medieval (geralmente favorável aos biografados); o insólito encontra-se, também, na desconstrução histórica de uma outra personagem: Afonso Madeira (caracterizado por Lopes de uma maneira absolutamente distinta);
POR TODAS ESTAS REFERÊNCIAS FICA UM CONSELHO: A LEITURA DO LIVRO E A VISÃO DO FILME...OU VICE-VERSA.
RESPOSTA AO DESAFIO EXISTENTE NO TEXTO ANTERIOR
Caros amigos,
O texto anterior foi um exercício realizado por Miguel Moedas, quando frequentou um curso de escrita criativa.
Surpreendidos?
O texto anterior foi um exercício realizado por Miguel Moedas, quando frequentou um curso de escrita criativa.
Surpreendidos?
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
TEXTO "À CLEF", OU FICÇÃO?
Miguel Moedas (professor) enviou-nos o seguinte texto. Fica a pergunta para o leitor: trata-se de um texto de escrita lúdica ou de um texto confessional, autobiográfico,com base em personagens e situações reais, enfim uma catárse em prosa poética (aconselha-se a leitura de"Autopsicografia" para que se possa responder à questão)?
MÃE HÁ SÓ UMA
Não me peças para te amar como me amaste. Não me peças para te carregar como me carregaste.
Mãe és de alguém que eu já fui. Filha sou de alguém que já não és tu.
Morrestes tu para mim quando eu nasci. Morri eu para ti quando deste à luz. Ausentes ficámos, eu do teu tempo, tu do meu espaço. Moeda de troca para a felicidade alheia.
Deste-me um nome que não é o meu. Teu nome não sei que chamar.
Não sou a varanda solarenga que gostavas que fosse. Sou antes o sótão grande e escuro da tua alma.
Aquele sítio só teu onde comemoraste cada um dos meus aniversários. Onde imaginaste cada um dos meus sorrisos. Onde te angustiaste com cada um dos meus choros que nunca escutaste. Onde rezaste para que eu recuperasse das doenças que nunca tive.
Ferida aberta, pequena para albergar a infecção do teu remorso. Lugar onde cresce mais e mais a tua angústia, agora que fotocopias a tua velhice no espelho de cada manhã.
Não. Não me peças para te falar das netas que não tens e nas quais insistes em encontrar a menina que tantas vezes espreitaste, ao longe, e que nunca tiveste a coragem de reclamar. Só para ti. Só tua. A menina que não consolaste no dia em que ficou órfã da mãe que nunca teve. A menina que não protegeste da maldade do mundo. A menina que não ensinaste a ser mulher.
Estás fechada a cadeado na cave mais minúscula do meu coração. Parte de mim que eu não conheço e que todos os dias enterro mais fundo num ritual de esquecimento. Parte de mim que eu nunca tive, guardado na parte de ti que tu nunca terás.
Viajámos a vida em carruagens diferentes. Onde tu sais eu entrei, onde tu entraste eu saio. Cruzamo-nos sempre sem nunca nos encontrarmos, bilhete só de ida na mão. Olho para ti sem te ver. Tu vês-me sem me olhar. Faces diferentes da cegueira de almas gémeas condenadas por insolvência.
Esgrime os teus argumentos com a tua consciência. Só tu podes acusar-te e defender-te. Ajuíza-te em causa própria. Absolve-te e condena-te. Só tu podes perdoar-te a pena a que já te condenaste.
Expulsaste-me duplamente. De dentro de ti e para fora de ti. Vazia em dobro ficaste, abortada de amor.
Abandona-me agora que eu não te quero encontrar.
Mãe há só uma e não és tu.
Miguel Moedas
MÃE HÁ SÓ UMA
Não me peças para te amar como me amaste. Não me peças para te carregar como me carregaste.
Mãe és de alguém que eu já fui. Filha sou de alguém que já não és tu.
Morrestes tu para mim quando eu nasci. Morri eu para ti quando deste à luz. Ausentes ficámos, eu do teu tempo, tu do meu espaço. Moeda de troca para a felicidade alheia.
Deste-me um nome que não é o meu. Teu nome não sei que chamar.
Não sou a varanda solarenga que gostavas que fosse. Sou antes o sótão grande e escuro da tua alma.
Aquele sítio só teu onde comemoraste cada um dos meus aniversários. Onde imaginaste cada um dos meus sorrisos. Onde te angustiaste com cada um dos meus choros que nunca escutaste. Onde rezaste para que eu recuperasse das doenças que nunca tive.
Ferida aberta, pequena para albergar a infecção do teu remorso. Lugar onde cresce mais e mais a tua angústia, agora que fotocopias a tua velhice no espelho de cada manhã.
Não. Não me peças para te falar das netas que não tens e nas quais insistes em encontrar a menina que tantas vezes espreitaste, ao longe, e que nunca tiveste a coragem de reclamar. Só para ti. Só tua. A menina que não consolaste no dia em que ficou órfã da mãe que nunca teve. A menina que não protegeste da maldade do mundo. A menina que não ensinaste a ser mulher.
Estás fechada a cadeado na cave mais minúscula do meu coração. Parte de mim que eu não conheço e que todos os dias enterro mais fundo num ritual de esquecimento. Parte de mim que eu nunca tive, guardado na parte de ti que tu nunca terás.
Viajámos a vida em carruagens diferentes. Onde tu sais eu entrei, onde tu entraste eu saio. Cruzamo-nos sempre sem nunca nos encontrarmos, bilhete só de ida na mão. Olho para ti sem te ver. Tu vês-me sem me olhar. Faces diferentes da cegueira de almas gémeas condenadas por insolvência.
Esgrime os teus argumentos com a tua consciência. Só tu podes acusar-te e defender-te. Ajuíza-te em causa própria. Absolve-te e condena-te. Só tu podes perdoar-te a pena a que já te condenaste.
Expulsaste-me duplamente. De dentro de ti e para fora de ti. Vazia em dobro ficaste, abortada de amor.
Abandona-me agora que eu não te quero encontrar.
Mãe há só uma e não és tu.
Miguel Moedas
MATÉRIA PARA O TESTE DO 9º ANO
1 - LITERATURA PORTUGUESA/ESTUDOS LITERÁRIOS
Biografia de Gil Vicente
Bibliografia produzida pelo autor
Contextualização entre a obra produzida e a época
Referências literárias do dramaturgo
Manifestações teatrais pré-vicentinas
Autos, Farsas, Moralidades (definição)
Auto da Barca do Inferno – cenas I, II, III e IV (assunto)
Comparação entre Parvos vicentinos
Leitura e análise sumária de O Monólogo do Vaqueiro (em função da evolução do percurso teatral do autor e do respectivo mecenato)
Definição de alegoria e símbolo
Categorias da narrativa – personagens-tipo e personagens modeladas; caracterização directa e indirecta das personagens
Os três tipos de cómico existentes nos autos vicentinos; aplicação prática
Recursos retóricos relevantes nas peças de Mestre Gil: eufemismo, ironia e outros estudados em anos anteriores
2 – GRAMÁTICA
Revisões de anos anteriores – Morfologia e Sintaxe, em função da produção de textos coerentes, irrepreensíveis
Registos de Língua
História e evolução da Língua Portuguesa – palavras divergentes e convergentes, estrangeirismos, neologismos; Língua de Estrato, Substratos e Superstratos
Importância da Língua Portuguesa; variedades; dialectos
Evolução semântica de palavras (casos paradigmáticos)
3- OFICINA DE ESCRITA
Reacção a textos lúdicos de diferente tipologia: prosa poética; texto de opinião; descrição literária; resumo; textos não literários (noções da estrutura. Exemplo: cartas formais e informais; actas, etc.)
Biografia de Gil Vicente
Bibliografia produzida pelo autor
Contextualização entre a obra produzida e a época
Referências literárias do dramaturgo
Manifestações teatrais pré-vicentinas
Autos, Farsas, Moralidades (definição)
Auto da Barca do Inferno – cenas I, II, III e IV (assunto)
Comparação entre Parvos vicentinos
Leitura e análise sumária de O Monólogo do Vaqueiro (em função da evolução do percurso teatral do autor e do respectivo mecenato)
Definição de alegoria e símbolo
Categorias da narrativa – personagens-tipo e personagens modeladas; caracterização directa e indirecta das personagens
Os três tipos de cómico existentes nos autos vicentinos; aplicação prática
Recursos retóricos relevantes nas peças de Mestre Gil: eufemismo, ironia e outros estudados em anos anteriores
2 – GRAMÁTICA
Revisões de anos anteriores – Morfologia e Sintaxe, em função da produção de textos coerentes, irrepreensíveis
Registos de Língua
História e evolução da Língua Portuguesa – palavras divergentes e convergentes, estrangeirismos, neologismos; Língua de Estrato, Substratos e Superstratos
Importância da Língua Portuguesa; variedades; dialectos
Evolução semântica de palavras (casos paradigmáticos)
3- OFICINA DE ESCRITA
Reacção a textos lúdicos de diferente tipologia: prosa poética; texto de opinião; descrição literária; resumo; textos não literários (noções da estrutura. Exemplo: cartas formais e informais; actas, etc.)
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